Soluções para espaços e serviços seguros e inclusivos para todos - crianças, famílias e pessoas vulneráveis de todas as gerações - através de opções de projecto informadas e responsáveis e de uma visão crítica e integradora da regulamentação sobre construção, acessibilidade e segurança.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Formação para Arquitectos Paisagistas - Avaliação e próximas acções


A Formação para Arquitectos Paisagistas, em Faro, sobre projecto de espaços de jogo e recreio para crianças, foi um sucesso. Para além das sessões em sala, foram visitadas 2 escolas e um parque público com crianças a brincar, para observação de dinâmicas e identificação dos elementos de projecto que as influenciam. As inscrições esgotaram e houve lista de espera. As avaliações foram francamente positivas, com vários pedidos de uma "segunda parte", continuação ou maior duração. A grande maioria escreveu que recomendaria esta acção, pela sua abrangência, aspectos práticos, e nova sensibilidade adquirida. Num dos comentários, lia-se que "todos os projectistas deveriam frequentar esta acção de formação antes de iniciar o trabalho nesta área". Veja os resultados da avaliação no blog da APAP-SRAlgarve http://apap-sralgarve.blogspot.com/

Agradeço à Secção Regional do Algarve da APAP, Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas, esta oportunidade de um trabalho enriquecedor e inspirador, com um grupo de projectistas dinâmicos e interessados, onde o debate e a troca de experiências foram uma constante.

Estou a preparar acções semelhantes em Lisboa e no Porto, provavelmente durante o mês de Novembro. Poderão igualmente ser organizadas noutros pontos do País, a pedido. Podem ser enviadas manifestações de interesse ou pré-inscrições para o gmail indicado nos meus contactos.

Porto - Workshop Espaços de Jogo e Recreio e Seminário Arquitectura e Segurança Infantil

Nos dias 21 e 22 de Outubro, a APSI promove um workshop sobre Segurança em Espaços de Jogo e Recreio e um Seminário sobre Arquitectura, Construção e Segurança Infantil no Porto. São oportunidades para actualizar conhecimentos e debater questões actuais ligadas ao projecto de espaços frequentados por crianças. Estas acções foram validadas pela Ordem dos Arquitectos e permitem a obtenção de créditos para formação complementar ao estágio profissional. Para mais informações e inscrições, visite: http://www.apsi.org.pt/index.php ou consulte a minha agenda.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Formação para Arquitectos Paisagistas - Parques Infantis e Recreios Escolares


Acabam dia 13 de Setembro as inscrições para a Acção de Formação sobre Espaços de Jogo e Recreio, destinada a projectistas, que vai ter lugar nos dias 20 e 21 de Setembro, em Faro. É uma oportunidade a não perder, para debater opções de projecto inovadoras e estimulantes em parques infantis e recreios escolares.


Esta acção é promovida pela APAP - Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas - Secção Regional do Algarve. Mais informações em http://apap-sralgarve.blogspot.com/


Professional training on playgrounds for Landscape Architects

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Estudo sobre eficácia de guardas em edifícios e vedações em piscinas

A ANEC escolheu o primeiro dia de Verão para publicar o seu último estudo sobre competências das crianças para trepar guardas e vedações. 157 crianças entre os 4 e os 6 anos ensaiaram 5 perfis de guardas, um de 1,10 m e os restantes de 1,20 m de altura. Os resultados demonstram que a maioria das crianças destas idades ultrapassa rapidamente a maioria das barreiras tradicionais, mas estas podem tornar-se mais eficazes com pequenas alterações no design tais como uma inclinação de 15º em direcção ao trepador ou um topo mais largo e difícil de agarrar.
A ANEC pretende usar estes resultados para promover a criação de normas Europeias harmonizadas para guardas em edifícios e vedações de piscinas, de forma a que todas as crianças até aos 5 anos tenham acesso a um nível mais aceitável na protecção contra quedas de varandas e escadas, ou afogamentos em piscinas.
Comunicado à imprensa "Raising the barrier for child safety"

domingo, 11 de abril de 2010

A importância da normalização na segurança infantil

Foi publicado no boletim Espaço Q de Março 2010, um artigo sobre a importância da normalização na segurança infantil.

"As normas constituem-se como uma orientação técnica que estabelece requisitos mínimos para a segurança de produtos e serviços e que correspondem a um nível de risco considerado aceitável tendo em conta o tipo de utilização normal ou previsível que os mesmos possam ter. Para determinar a aceitabilidade do risco, é preciso considerar vários factores, entre os quais a vulnerabilidade dos grupos da população que vão estar expostos ao produto e as suas capacidades para lidar com as exigências e os riscos inerentes à utilização do mesmo..... "

Para ler o artigo completo, consulte o site do Instituto Português da Qualidade em www.ipq.pt/front/Espaco_Q/201003/Espaco_Q.htm#artigos

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Artigo sobre arquitectura, construção e segurança infantil

Já está disponível on line a comunicação apresentada no Colóquio da Adurbem, em Novembro de 2009, sobre Segurança das Crianças nos Ambientes Construídos - responsabilidades e boas práticas. http://www.adurbem.pt/images/stories/ficheiros/encontro_09/HelenaMenezes_SaraEloy_Apsi_1.pdf Este é um tema que se presta a ser desenvolvido em seminários, workshops e outras acções de formação, como aulas nas faculdades de Arquitectura, nos cursos de arquitectura, urbanismo, arquitectura paisagista, design, entre outros, mas também importante para profissionais e estudantes de saúde pública. As próximas acções que vou dinamizar sobre este tema terão lugar na Universidade Autónoma, em Lisboa, e na Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, no Porto.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Apresentação

Numa vida dedicada a promover e defender a saúde e bem estar da criança, especializei-me, nos últimos 17 anos, em questões relacionadas com a segurança e a cidadania porque me apercebi que os acidentes constituíam o maior problema de saúde pública nestas idades e a maior ameaça a um desenvolvimento pleno, autónomo e saudável. Tanto os perigos reais como os medos sentidos pelos pais, pelos adultos e pelas instituições têm levado a uma protecção por vezes excessiva, desapropriada, ou mesmo errada, das crianças e dos jovens. Tal retira-lhes importantes oportunidades de experiência e aquisição de mecanismos de defesa fundamentais para uma vida equilibrada, seja por falta de contacto com o risco e desafios, seja por exposição a situações com as quais não têm capacidade de lidar ou de tal forma monótonas que as leva a encontrar soluções alternativas mais aliciantes sem controlo dos adultos.

Aprendi também que os ambientes construídos estão recheados de armadilhas tanto para adultos como para crianças ou pessoas mais vulneráveis. No entanto, são conhecidas as opções de projecto que respeitam a ergonomia e a fisiologia humana, nas diversas fases da vida, facilitando a percepção do espaço e contribuindo dessa forma para reduzir o potencial de acidentes previsíveis.

Ao longo dos anos, percebi que o conhecimento técnico já existe e está disponível mas que há um grande défice de comunicação, e nomeadamente da comunicação do risco, numa perspectiva trans- e multi-disciplinar, fundamental para que qualquer sistema ou sociedade funcione.

Decidi por isso dedicar-me à promoção de uma comunicação eficaz e produtiva entre e intra-sectores, entre o público e as empresas e/ ou o Governo e/ou autoridades locais. Para tal, aposto no desenvolvimento de competências pessoais e técnicas de todos os actores, desde os políticos e profissionais das mais diversas áreas, às famílias e crianças, numa tentativa de promover a tomada de consciência do poder e da responsabilidade individual e social cometidas a todos e a cada um.